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Características |
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Quando iniciamos o processo de avaliação dos animais com marcadores moleculares Igenity, no gado dito baiano, mais propriamente linhagem OM-Akasamu-Padu, encontramos resultados surpreendentes. Assim foi que em algumas amostras tivemos escores significativos para espessura de gordura (escore 7), maciez (5), resistência a ectoparasitas (escore 7), ganho de peso (escore 7) e temperamento (escore 9). Fora estes dados traziam ainda a pureza racial e homozigose – com altíssima rusticidade – adquirida ao longo de décadas de seleção no semi-árido.
O nosso visitante poderá apreciar ou adquirir um animal puro Lengruber, um típico IZ, animais fechados na genética da Colonial ou um autêntico Akasamu-Pado-OM – todos trabalhados sob a mesma pressão de seleção para produtividade e precocidade a campo. Também disponibilizamos o resultado da heterose destas linhagens parentais.
Entendemos que a produtividade é função obrigatória de uma propriedade ou empresa rural, mas achamos que é fundamental preservar as linhagens básicas que tanto contribuíram para a formação do fabuloso rebanho nacional. Ainda mais porque com a mecanização agrícola na Índia, o porte da raça Ongole já não mais é necessária para o serviço de tração e com a globalização o gado europeu invadiu a produção leiteira indiana – os cruzamentos ocupam um lugar de destaque na Índia atual. Caso não haja um esforço irrestrito para preservação de linhagens parentais, estas desaparecerão inclusive no Brasil e na Índia, não tendo mesmo o que importarmos de lá.
Salientamos e louvamos a iniciativa desta última importação de embriões da Índia – que mais e mais importações ocorram para que se aumente a variabilidade gênica e assim possamos aprimorar ainda mais nossos índices zootécnicos – mas que se preserve linhagens (com melhoramento) para o futuro das novas gerações da pecuária mais limpa e expressiva do mundo.
MANEJO SILVIPASTORIL
Hoje a responsabilidade ambiental já é condição obrigatória para a propriedade rural, sob forma de pressão externa e governamental. Mas fora esta obrigatoriedade imposta, entendemos que o manejo de pastagens ou da própria fazenda incluindo o cultivo de espécies arbóreas traz inúmeras vantagens para o pecuarista.
Nesta forma de manejo nós optamos por aproveitar as linhas de cercas e divisórias para o plantio de árvores com as mais diversas finalidades. As árvores empregadas devem ter múltiplas variedades e utilidades:
Para recomposição das áreas de preservação permanente plantamos árvores nativas das florestas brasileiras buscando a maior diversidade possível – mogno brasileiro, ipê, cerejeira, baraúna, peroba, pau-brasil, pau-ferro, angico, aroeira, etc...
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